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Jesus nos libertou do cativeiro Imprimir E-mail

Lc 4.17-19; Ef 4.8

Para existir cativeiro, tem que existir um poder ou força maior que nos prenda. Na Bíblia o maior cativeiro que existiu para o povo de Deus foi o cativeiro egípcio.

Ficou como exemplo do cativeiro espiritual. Faraó é um tipo que representa Satanás, que escraviza todas as pessoas que estão sob o seu domínio. Só há uma maneira de se livrar dessa escravidão, é através de Jesus Cristo, que no dizer do apóstolo Paulo, no texto acima, Jesus levou cativo o cativeiro. Vamos meditar sobre o que isso representa para as pessoas, claro que no sentido espiritual. Somos libertos por Deus, através de Cristo:

1. Do poder do diabo. Deus é Senhor da criação e tem poder e domínio sobre tudo, inclusive sobre o diabo. É famoso o caso de Jó, quando o Senhor concede autorização para que satanás tocasse em tudo que Jó tinha, menos na sua vida. (Jó 1.12). Devido ao pecado do homem, o inimigo foi chamado por Jesus de príncipe deste mundo, que já está julgado (Jo 14.30, 16.11, I Jo 3.8). Ele tem poder relativo sobre as pessoas, principalmente quando elas mesmas se entregam a ele.

2. Do cativeiro do pecado - (Rm 6.17-23) – Ninguém pode vencer o pecado sozinho, sem a ajuda de Deus, porque pecar  é uma tendência natural do ser humano, depois da queda do homem. O apóstolo Paulo chama isso de inclinação da carne. Ser liberto é um trabalho do Espírito Santo em conjunto  com a pessoa que deseja essa libertação. Primeiro tem que haver uma transformação, que nós chamamos de conversão, regeneração ou novo nascimento. O pecado não atrai mais o convertido, porque agora ele tem uma nova natureza. ( I Jo  3.9 e 5.18). O pecado mata. (Rm 6.23). Somente uma força maior, como a de Deus poderia nos libertar. (Rm 8.2).

3. Do cativeiro da morte – A morte é o resultado do pecado. (Rm 6.23). Com a ressurreição de Cristo, ficou provada a sua vitória sobre a morte. (I Co 15.54-55). O mesmo que ressuscitou a Cristo, também nos ressuscitará. Esta era a esperança dos cristãos primitivos que também é a nossa hoje. A morte não é o estado definitivo da alma. Haverá uma ressurreição para completar a obra da redenção.

4. Do cativeiro das doenças – ( Mt 8.14-17). É verdade que hoje  a medicina pode curar quase todas as doenças, mas tem algumas que ela não cura. Achamos que sempre será assim, para que o homem saiba que ele não pode tudo. Nos dias de Jesus, era pior ainda. Cremos na cura como algo que está sob a soberania de Deus, mas temos mandamento para impor as mãos sobre os enfermos e curá-los. (Mc 16.18).

5. Do cativeiro da condenação eterna. (Jo 3.17-18; Rm 3.23). Através de Cristo nossa culpa é tirada e nós somos justificados. (Rm 8.1). É uma verdade que não temos coragem de declarar para as pessoas, porque é muito pesada, mas não tem outro jeito, a Bíblia diz claramente que quem não crê já está condenado. Se tivesse outra saída, Jesus não teria vindo ao mundo.

6. Do cativeiro da incerteza ou dúvida quanto ao nosso destino eterno. (Jo 3.16; Rm 8.35-39; 2 Tm 1.12). A distinção entre o crente e o incrédulo é a fé nessas declarações da Palavra de Deus, acreditando que se crermos como diz a Escritura, o resultado será aquele prometido por ela: a vida eterna. Claro que entra, aqui, também, o trabalho do Espírito em nos convencer do pecado, mas a salvação é para todos aqueles que exercem fé em Deus através do seu Filho e ponto final.

Conclusão: Não podemos limitar a obra libertadora de Deus, através de Cristo. Neste texto, fizemos menção apenas a alguns itens, mas o Senhor faz muito mais. Se tivermos consciência destes fatos aqui expostos, já será de grande valor para nossas vidas espirituais e certamente obteremos vitória no Senhor.
 

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